Notícia: MDSOFT Sistemas apresenta sistema para Bosch

           A MDSOFT Sistemas em parceria com a Pizzetta Engenharia, empresa parceira no desenvolvimento de soluções tecnológicas, apresentou na última quarta-feira, dia 29 de abril, proposta de solução de medição e gestão descentralizada de energia elétrica em linhas de produção para a empresa Bosch, no Encontro iTEC, em São Paulo/SP.
          O iTEC é uma iniciativa do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação que visa ao desenvolvimento da inovação e a geração de novos negócios. É uma plataforma aberta de negócios tecnológicos que promove o encontro de empresas que buscam ajuda em seus projetos e organizações que têm as soluções para esses desafios. Algumas das empresas pioneiras do iTEC são a Bosch, Vale, Embraer, Pirelli, entre outras.
          O Encontro de Negócios iTec foi o momento presencial da Plataforma iTec e visou estimular o encontro e interação entre as empresas que publicaram suas demandas/necessidades e aquelas que se propuseram a solucioná-las. O encontro registrou a presença de 664 pessoas, representando empresas de todos os portes e instituições públicas e privadas.
          A MDSOFT Sistemas e a Pizzetta Engenharia apresentaram sua solução para uma demanda da Bosch que visa a medição e gestão descentralizada de consumo de energia elétrica em máquinas (2000 unidades), linhas de produção, centros de custos e unidades fabris. Conforme a proposta, o sistema apresentado é composto por três módulos que trabalham de forma integrada: medição, armazenamento das informações e monitoramento remoto:
Módulos Bosch

          Com a implementação deste sistema a Bosch poderá gerenciar com exatidão e em tempo real o consumo de energia elétrica de cada máquina em suas fábricas e, a partir destas informações, tomar decisões que visem à economia do consumo de energia e consequentemente gere um diferencial competitivo adicional para a empresa.
          A apresentação ganhou destaque no site dos organizadores, como pode ser conferido neste link.          

 

Escrever um comentário (0 Comentário)

Artigo: A importância da Tecnologia da Informação nas Empresas

           A crescente competitividade do ambiente de negócios está desafiando os administradores de hoje e exigindo das empresas a cada dia que passa novas maneiras de relacionar-se com os concorrentes, com os consumidores e com os fornecedores.
          A busca pela manutenção da continuidade, juntamente com o alcance de um desempenho superior ao desempenho apresentado por seus concorrentes é uma tarefa diária para as empresas. Nesta linha, a estratégia empresarial utilizada deve estar alinhada com essa busca por um melhor desempenho. A geração de valor que possa ser percebido pelo cliente como um diferencial, e/ou a redução de custos são maneiras de buscar um desempenho superior. Dentro deste contexto, o trabalho gerencial é fundamental para o sucesso de uma organização. Contudo o volume de informações que atualmente circulam nas empresas é tão grande que se torna praticamente impossível desenvolver as atividades diárias sem a utilização de recursos da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).
          A informação é, no contexto empresarial atual, uma ferramenta fundamental não só para o crescimento, mas também para a sobrevivência das empresas. Sendo a informação o centro de todo o processo, é fundamental saber usá-la de forma estratégica, pois o sucesso empresarial passa a depender, fundamentalmente, da capacidade da empresa de administrar sua base informacional e aproveitar as oportunidades de diferenciação que as novas TICs oferecem. Dessa forma, fica evidente que na sociedade da informação, as modernas TICs têm influenciado decisivamente as organizações, tanto as grandes quanto as pequenas empresas.
          A importância das Tecnologias da Informação e Comunicação ficou cada vez mais presente e visível a partir da década de 90, quando o uso de computadores pelas empresas passou a ser cada vez mais comum. Processos, antes manuais, passaram a serem realizados e automatizados na frente das telas dos “PCs”. Mais recentemente a TIC adquiriu uma nova cara, muito mais evoluída em termos de equipamentos, softwares e os processos que a compreende.
          Alguns exemplos de TICs comumente utilizados pelas empresas são: computadores, celulares, smartphones, tablets, softwares, sistemas de gestão, sistemas inteligentes, internet, websites, redes sociais, e-mail, entre outros. Estas ferramentas, sendo utilizadas de modo planejado e consistente proporcionam diversos benefícios à empresa, entre os quais vale destacar o apoio à tomada de decisões gerenciais, redução de custos, criação de diferenciação e de novas oportunidades de negócios e adição contínua de valor aos produtos e serviços da empresa.
          Como se pode perceber, a TIC pode proporcionar mudanças diversas, desde a simples automatização de processos até uma profunda alteração na maneira de conduzir os negócios. Cabe à empresa avaliar e planejar corretamente suas necessidades e expectativas perante o mercado, qual a estratégia a ser adotada e o papel da TIC frente aos objetivos empresariais. O certo é que as ferramentas estão aí à disposição, basta utilizá-las. 

Escrever um comentário (0 Comentário)

Notícia: Tablets e Smartphones devem salvar mercado de eletrônicos em 2014

     Em apresentação realizada dois dias antes da CES 2014, maior feira de eletrônicos do mundo, Steve Koenig, diretor da área de análise de mercado da CEA (Consumer Electronics Association), mostrou tendências do mercado de tecnologia para este ano.
O destaque, como vem acontecendo nos últimos anos, vai para as categorias de smartphones e tablets. Juntos, esses dois produtos devem responder por 43% da receita dos fabricantes de eletrônicos este ano.
     O valor total gasto por consumidores em produtos de tecnologia deve ser de US$ 1,055 trilhão em 2014, um recuo de 1% em relação a 2013.
     De acordo com a CEA, as vendas de tablets devem subir de 242 milhões de unidades em 2013 para 340 milhões em 2014. No caso dos smartphones, o aumento deve ser de 1 bilhão de unidades para 1,2 bilhão neste ano.
     "Smartphones e tablets devem continuar vendendo bem, com aumento do número de unidades produzidas. Mas o preço dos aparelhos deve continuar a cair. Isso vai reduzir a receita dos fabricantes de eletrônicos", observou Koenig. O preço médio global de um smartphone em 2013 foi de US$ 345. Em 2014, esse valor deve cair para US$ 297.
     A queda dos preços nos tablets e smartphones é vista pela CEA como uma necessidade para que esses aparelhos se tornem mais populares em mercados emergentes. É nesses países que estão as maiores oportunidades de crescimento de vendas para os fabricantes de eletrônicos, segundo a associação.
     Em 2011, a participação dos países emergentes no mercado de smartphones era de 48%. Em 2014, esses países devem responder por 70% da receita total das vendas de smartphones.
     Outro dado que mostra a força dos emergentes é que, neste ano, pela primeira vez o valor gasto por consumidores desses mercados deve empatar com o valor gasto nos mercados desenvolvidos.
     O estudo apresentado pela CEA considera como mercados emergentes a América Latina, países do leste europeu, Ásia (com exceção do Japão), África e Oriente Médio.

Referência:
- CARDOZO, A. Tablets e smartphones devem salvar mercado de eletrônicos em 2014. IG Tecnologia, 06 jan. 2014. Disponível em: <http://tecnologia.ig.com.br/2014-01-06/ces-2014-tablets-e-smartphones-devem-salvar-mercado-de-eletronicos-em-2014.html>

Escrever um comentário (0 Comentário)

Artigo: Gestão da Propriedade Leiteira

      Produzir leite é, hoje, estar inserido em uma das mais importantes atividades econômicas do mundo digna das constantes evoluções e aperfeiçoamentos que vem sofrendo especialmente em busca da qualidade da matéria-prima (NETO, 2009).
      No Brasil, a Instrução Normativa 51 se coloca como um “divisor de águas”, depois da qual se observam grandes esforços e preocupações para buscar soluções que possibilitem uma produção melhor especialmente em termos de qualidade (SOUZA, 2009).
      Os reflexos desse novo ambiente manifestam-se por meio de uma maior especialização do setor leiteiro, na redução do número de produtores, na melhoria da qualidade do produto e no aumento da escala de produção e produtividade. Quem não consegue lidar com estes aspectos e lançar um olhar mais técnico sobre a atividade acaba sendo automaticamente expulso do segmento (GODINHO e CARVALHO, 2009).
      Entretanto, no Brasil, ainda são poucos os produtores que tratam as suas propriedades como verdadeiras empresas. E este é um erro grotesco. A atividade leiteira é uma das que mais exige competência em sua gestão. Planejamento adequado e organização permanente são os dois fatores administrativos mais importantes para que a atividade leiteira se torne sólida, se fortaleça, se modernize e cresça de forma rentável (NOBRE e COUTINHO, 2009).
      A não obtenção de resultados satisfatórios ocorre geralmente devido a gerenciamento inadequado. Grande parte dos produtores não tem o hábito de fazer anotações e usar ferramentas de gestão adequadas, sendo que, sem informações confiáveis acerca de sua atividade não têm como tomar decisões seguras, sejam elas técnicas ou econômicas (DANTAS, 2009).
      Assim, é crucial para o produtor/empresário contar com o maior número de informações possíveis para que tenha condições de identificar possíveis falhas técnicas e administrativas, introduzir novas tecnologias, mudar métodos de trabalho, evitar prejuízos e melhorar a sua rentabilidade (NOBRE e COUTINHO, 2009).
            A qualidade gerencial é, portanto, o caminho para viabilizar a propriedade leiteira. Independentemente do tamanho da propriedade, o bovinocultor deve acima de tudo ordenhar lucros (NETO, 2009).

Referências
- DANTAS, L. de O. A. Administrando a empresa produtora de leite. In: BRITO, A. S. de.; NOBRE, F. V.; FONSECA, J. R. R. (Orgs.). Bovinocultura leiteira: informações técnicas e de gestão. Natal: SEBRAE/RN, 2009. p. 256-263.
-GODINHO, R. F.; CARVALHO, R. de. C. R. Gestão de sistemas de produção de leite. Ciência et Praxis, [Passos], v.2, n.3, 2009. Disponível em: <http://www.fip.fespmg.edu.br/~edifesp/index.php/scientae/article/view/103/61>. Acesso em: 09 set. 2011.
- NETO, J. F. de M. A ordenha de negócios. In: BRITO, A. S. de.; NOBRE, F. V.; FONSECA, J. R. R. (Orgs.). Bovinocultura leiteira: informações técnicas e de gestão. Natal: SEBRAE/RN, 2009. p. 5.
- NOBRE, F. V.; COUTINHO, R. M. A. Proteção e fortalecimento das explorações leiteiras. In: BRITO, A. S. de.; NOBRE, F. V.; FONSECA, J. R. R. (Orgs.). Bovinocultura leiteira: informações técnicas e de gestão. Natal: SEBRAE/RN, 2009, p. 247-255.
- SOUZA, G. de. P. M. Ordenha Higiênica. In: BRITO, A. S. de.; NOBRE, F. V.; FONSECA, J. R. R. (Orgs.). Bovinocultura leiteira: informações técnicas e de gestão. Natal: SEBRAE/RN, 2009. p. 221-229.
 

Escrever um comentário (0 Comentário)